





Em linguagem divertida, apaixonada e sintonizada com a curiosidade infantil, este livro agradará às crianças de todas as idades, tendo tanto função informativa e escolar, como lúdica e também prática, de manual: informações sobre 12 passarinhos que podem ser facilmente avistados não só no campo, mas também nas cidades.
R$ 52,00
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Neste livro, o primeiro de sua carreira em que também ilustra com colagens, a escritora Cristina Porto conta a história de 12 passarinhos que vão visitá-la em sua casa — na cidade de Tietê (SP), onde nasceu e para onde voltou a morar anos depois —, no bairro do Infinito: o bem-te-vi, o canário-da-terra-verdadeiro, a garça-branca-pequena, o joão-de-barro, o pardal, o periquitão-maracanã, o pica-pau-do-campo, a pipira-vermelha, o sabiá-laranjeira, a saíra-amarela, o sanhaçu-cinzento e o tico-tico.
Para cada um deles, há um texto com as informações principais do passarinho (características físicas, hábitos, onde aparece, dados biológicos, curiosidades), um poema, uma colagem feita por Cristina Porto e uma ilustração realista feita pelo ilustrador Ricardo Costa.
Tudo isso em linguagem divertida, apaixonada e sintonizada com a curiosidade infantil. Caderno Alado é um título que agradará às crianças de todas as idades, tendo tanto função informativa e escolar, como lúdica e também prática, de manual: são passarinhos que podem ser facilmente avistados não só no campo, mas também nas cidades. O livro em mãos permitirá sua identificação.
Saiba mais sobre o livro
“Voltei à terra das raízes e virei semente. No tempo certo, no cio da minha terra, fecundei, germinei, deitei brotos, virei planta. Raízes de todo o sempre, galhos novos, novas folhas me encorparam, devagar, no ritmo da natureza. Agora, nas veias corre seiva, sangue verde, revigorado pelo húmus da terra. Novo ciclo, em tanta vida já vivida.
Espero as flores, depois os frutos e a chegada de novas sementes. O novo fruto custou mas chegou. Tive que passar por um novo tempo de maturação. Palavras já não faziam sentido diante das fantásticas imagens que eu via a cada dia com um novo olhar, uma nova luz, uma nova emoção. Era um verdadeiro mosaico de imagens! De repente, nem sei como, o papel foi para o papel: cortado, recortado, colado, sobreposto, encaixado… E então eu vi nessa composição palavras jorrando, aos borbotões.
Desse processo maravilhoso nasceu o Caderno Alado: uma nova linguagem, um novo tratamento, um novo caminho. A passarada do meu Infinito tratada com amor, em prosa e verso, acompanhada da beleza especial das ilustrações de Ricardo Costa.
É só o primeiro fruto do novo ciclo.”
Texto de Apresentação
“Você entende o ‘passarinhês’?
Enquanto a menina Cristina Porto se balançava numa rede, em Tietê, fazia, sem perceber, um curso de tradução e interpretação da linguagem dos pássaros.
Ao longo dos anos ela foi se aprimorando na observação – olhos e ouvidos atentos – para nos traduzir, em palavras e colagens, neste livro, o que talvez o poeta Gonçalves Dias quis dizer com seu famoso verso:
Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá.
As aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá.
Como vivem e o que dizem as nossas aves é o que você descobrirá!”
Beth Klock é jornalista e também conversa com passarinhos.
Nasceu em Tietê (SP), onde vive em uma casinha parecida com a de Thomasina. É “mãe” da Serafina e autora de mais de 50 livros. Pela Barbatana, publicou Caderno Alado: a Passarada do infinito em Prosa e Verso e traduziu A História da Senhora Thomasina Aquinino, de Beatrix Potter, e A Pequena Alice, de Lewis Carroll.
Formada em Letras pela USP, desde o começo de sua carreira profissional, em 1971, sempre esteve ligada à criança: como professora de alfabetização, durante sete anos, em uma escola municipal da periferia de São Paulo; depois, como funcionária da editora Abril, no departamento de publicações infantojuvenis, onde trabalhou para as revistas Recreio, Alegria e Corujoca, como colaboradora e editora; a partir de 1980, como escritora, estreando com o livro Se, Será, Serafina?, editado pela Ática.
Nasceu e reside em São Paulo (SP), em 1969, aos pés da reserva florestal da Serra da Cantareira, a maior floresta urbana do mundo, o pouco que restou da sagrada Mata Atlântica dos nossos ancestrais Tupis-guaranis. É artista visual, atuando em cenografia e ilustração.
Trabalhou também em espetáculos produzidos pelo Grupo de Teatro Oficina, participando na criação de cenografias, figurinos e objetos cênicos.
Publicou em 2018 o livro Odara, Tudo Que É Bom e Bonito!, fruto de uma pesquisa de mais de dez anos.
Para as Edições Barbatana, fez ilustrações para os livros Vidas Secas: Edição Ilustrada, de Graciliano Ramos; Punk (2018), de Antonio Bivar; e Caderno Alado: a Passarada do Infinito em Prosa e Verso (2017), de Cristina Porto.
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Voltado a crianças a partir de 7 anos, já em fase de leitura autônoma, o que não impede que a leitura também seja divertida e recomendada para crianças menores, que realizem a leitura compartilhada com um adulto. Ou mesmo para nós, que somos bem maiores!